Lula avalia cenário com Simone Tebet no governo de SP e Haddad no Senado

Lula avalia cenário com Simone Tebet no governo de SP e Haddad no Senado
Lula avalia cenário com Simone Tebet no governo de SP e Haddad no Senado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria avaliando, nos bastidores, um desenho eleitoral para São Paulo que inclui a ministra Simone Tebet como possível candidata ao governo do estado, enquanto o ex-prefeito Fernando Haddad poderia disputar uma vaga no Senado Federal.

A articulação ainda está em fase de estudo e não foi oficializada, mas o cenário vem sendo discutido como uma alternativa para fortalecer a base governista no maior colégio eleitoral do país.

São Paulo é historicamente um desafio para o campo político de Lula. Por isso, aliados avaliam que a combinação entre Simone Tebet, que teve bom desempenho no estado nas eleições presidenciais, e Haddad, nome já conhecido do eleitorado paulista, poderia ampliar a competitividade do grupo.

A leitura interna é de que Tebet tem perfil capaz de dialogar com eleitores de centro, enquanto Haddad manteria forte presença entre eleitores progressistas.

Ministra do Planejamento, Simone Tebet ganhou protagonismo no governo e é vista como um nome com boa aceitação fora da polarização. Sua eventual candidatura ao Palácio dos Bandeirantes dependeria de acordos partidários e do calendário político, mas a hipótese vem sendo considerada como estratégica.

Já Fernando Haddad, atual ministro da Fazenda, aparece como possível candidato ao Senado caso deixe o cargo no momento adequado. Para aliados, a vaga permitiria a Haddad manter influência nacional e reforçar a presença do grupo de Lula no Congresso.

Apesar das conversas, o cenário segue em aberto. As decisões finais dependerão de alianças partidárias, pesquisas eleitorais e do contexto político até o período pré-eleitoral. Integrantes do governo evitam tratar o tema publicamente, reforçando que qualquer definição ocorrerá apenas no momento oportuno.

Caso avance, o desenho pode provocar mudanças relevantes no tabuleiro político paulista, afetando tanto a disputa pelo governo quanto a corrida ao Senado. Analistas avaliam que a estratégia mostra uma tentativa do Planalto de organizar nomes competitivos desde cedo, mesmo sem anúncios oficiais.

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