Super Bowl LX: fatos, recordes e tradições que marcam a final da NFL

Super Bowl LX: fatos, recordes e tradições que marcam a final da NFL
Super Bowl LX: fatos, recordes e tradições que marcam a final da NFL

O Super Bowl LX, agendado para domingo (8), colocará New England Patriots e Seattle Seahawks em campo. A presença das duas equipes surpreendeu analistas: nenhuma delas era favorita no início da temporada, e os quarterbacks Sam Darnold (Patriots) e Drake Maye (Seahawks) jamais haviam vencido um jogo de playoff antes desta campanha.

Na temporada passada, os Patriots acumularam 13 derrotas. Caso o time de Foxborough conquiste o título, será a primeira franquia a alcançar sete troféus Vince Lombardi.

Bad Bunny será o primeiro artista latino masculino a comandar o espetáculo do intervalo. A apresentação será preparada em tempo recorde: cerca de seis minutos para montar o palco e tempo semelhante para desmontá-lo antes do reinício da partida.

“The Star-Spangled Banner” é atração à parte. Whitney Houston entregou a interpretação mais lembrada, em 1991, durante a Guerra do Golfo; Billy Joel já cantou duas vezes, e Pat O’Brien recitou a letra no Super Bowl IV, em 1970.

A NBC vendeu todos os espaços publicitários do Super Bowl LX antes mesmo do início da temporada. Um intervalo de 30 segundos custa, em média, US$ 8 milhões (R$ 42 milhões), o equivalente a US$ 267 mil (R$ 1,4 milhão) por segundo.

• Super Bowl XII – Dallas Cowboys 27 x 10 Denver Broncos: Harvey Martin e Randy White lideraram uma defesa que forçou oito turnovers. É a única final com dois MVPs.

• Buffalo Bills: quatro derrotas seguidas (1991 a 1994) e nenhum título.

• San Francisco 49ers: cinco troféus. Marcaram recorde de 55 pontos no Super Bowl XXIV (1990) contra os Broncos e venceram o Super Bowl com maior pontuação da história, 49 × 26 sobre o San Diego Chargers, em 1995.

• O Miami Dolphins de 1972 é o único campeão invicto (17-0). O New England Patriots chegou perto em 2007 (18-1).

• O New York Jets de “Broadway Joe” Namath chocou o Baltimore Colts em 1969, no Super Bowl III, primeira vitória de uma equipe da extinta AFL.

• Apenas duas finais foram à prorrogação: Patriots × Falcons (LI) e Chiefs × 49ers (LVIII).

Patriots e Pittsburgh Steelers dividem, por enquanto, o recorde de seis títulos cada. Os Patriots farão a 12ª participação; se vencerem, ficarão isolados na liderança.

Tom Brady disputou dez Super Bowls por Patriots e Tampa Bay Buccaneers, com sete vitórias. Ele e Peyton Manning são os únicos QBs campeões por duas franquias diferentes.

Em 59 edições, o MVP ficou no time derrotado apenas uma vez: Chuck Howley, linebacker dos Cowboys, no Super Bowl V (1971), perdido para os Colts por 16 × 13.

Steve Young (49ers) detém o recorde de seis passes para touchdown em um único Super Bowl, alcançado em 1995.

• Patriots LI (2017): 283 diamantes, referência ao déficit de 28 × 3 revertido contra os Falcons.
• Eagles LII (2018): 127 diamantes no bisel, soma dos números dos três jogadores envolvidos na jogada “Philly Special”.
• Buccaneers LV (2021): tampa removível revela réplica em miniatura do Raymond James Stadium.

• Banho de Gatorade: popularizado após o título do New York Giants em 1987; nunca foi usada a cor vermelha.
• “Left Shark”: dançarino ao lado de Katy Perry viralizou em 2015.
• “Elvis Presto”: show de mágica em 3D no intervalo de 1989, com Alex Cole assumindo o papel três dias antes.

O jogo é transmitido ao vivo para 195 países e territórios, em 25 idiomas. A NFL informa ter realizado 150 eventos ligados ao Super Bowl em 65 nações.

No Super Bowl I, ingressos custavam US$ 12 (cerca de US$ 116 ou R$ 600, hoje). Para a edição deste ano, a Forbes aponta preço médio em torno de US$ 7.500 (R$ 40 mil).

A Nielsen registrou média de 127,7 milhões de espectadores nos Estados Unidos na última final, superando o recorde anterior de 123,7 milhões.

O início do jogo é tradicionalmente às 18h30 (horário dos EUA) há mais de 30 anos. A numeração em algarismos romanos foi adotada para evitar confusão de calendário; a única exceção foi o Super Bowl 50, exibido sem o “L”.

O show de 2004 ficou marcado pela exposição do seio direito de Janet Jackson durante apresentação com Justin Timberlake, episódio que gerou processos e discussão sobre decência na TV.

A NFL cobre os custos de produção do intervalo, mas não paga cachê aos artistas. Michael Jackson, Prince, Beyoncé e Paul McCartney já aceitaram se apresentar em troca da visibilidade global.

O troféu leva o nome de Vince Lombardi, técnico campeão das duas primeiras edições e homenageado após morrer em 1970. Já a expressão “Super Bowl” foi popularizada pelo fundador da AFL, Lamar Hunt, inspirado por uma bola de borracha chamada “Super Ball”.

Com todas essas histórias e tradições, o Super Bowl LX promete manter a aura que transformou a final da NFL em um dos maiores eventos esportivos do planeta.

Com informações de CNN Brasil

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