Brasília, 26 de dezembro de 2025 – Um vídeo de câmeras de segurança que circulou nas redes sociais chocou o Brasil nesta semana de Natal. As imagens registradas no dia 7 de dezembro mostram o servidor da Controladoria-Geral da União (CGU), David Cosac Junior, de 49 anos, agredindo brutalmente a ex-namorada e o filho dela, uma criança de apenas 4 anos, na garagem de um condomínio em Águas Claras, no Distrito Federal.
A sequência dura cerca de 20 segundos: a mulher segurava o menino no colo quando Cosac desferiu socos, tapas e até chutes. As agressões só pararam quando vítima e criança caíram no chão.
Diante da gravidade das imagens, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiu de forma imediata nesta quinta-feira (25/12):
“A agressão covarde é inadmissível! Determinei ao ministro Vinícius Carvalho a abertura imediata de processo administrativo para responsabilização e possível expulsão do agressor.”
O ministro da CGU, Vinícius Carvalho, repudiou os “fatos gravíssimos” em nota oficial e confirmou que o órgão adotará todas as medidas cabíveis com rigor, respeitando o devido processo legal.
Medidas já adotadas pela CGU:
- Afastamento imediato de David Cosac Junior da função de chefia.
- Proibição de ingresso nas dependências do órgão durante a apuração.
- Instauração de processo administrativo disciplinar.
Na esfera judicial, a Justiça do Distrito Federal concedeu medidas protetivas de urgência à criança: o agressor está proibido de se aproximar a menos de 300 metros, de manter qualquer contato ou de frequentar o condomínio onde ocorreu o fato.
O caso também é investigado pela Polícia Civil do DF na esfera criminal. Até o momento, o servidor segue solto.
David Cosac Junior é analista de sistemas da CGU, com salário bruto estimado em torno de R$ 33 mil mensais.
Episódios de violência doméstica como esse reforçam a importância da Lei Maria da Penha e da tolerância zero contra agressores – especialmente quando envolvem servidores públicos que deveriam zelar pela ética e pelo controle interno do governo.
Tolerância zero à violência contra mulheres e crianças!
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Fontes: G1, Metrópoles, UOL Notícias, O Globo e nota oficial da CGU (25-26/dez/2025).